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Exposições Anteriores - 2009

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Exposições 2009



XII Salão de Artes Visuais

Período de exposição: de 04 a 27 de novembro de 2009



A mostra apresentou trabalhos em fotografia, pintura, objetos e vídeo.

Integram a exposição trabalhos de Ambar Fiorella, Anderson Neves, Ceiça Alles, Danieli Ganassini, Eduardo Martins, Jéssica Waselkuch, Isabel Sommer, Paula Cardoso, Tereza Preussler e a participação especial do Projeto Circular (coordenado pela professora Alexandra Eckert), que trouxe adesivos vinílicos serigrafados.






Visor 4

Mostra de Videoarte da Feevale

Período exposição: de 20 a 30 de outubro de 2009






Rogerio Livi

Microvariações sobre um tema II


Rogerio Livi desenha em nanquim sobre papel sem usar lápis, canetas ou pincéis, em técnica não convencional, usando apenas bolhas de sabão com pigmentos.

Na exposição Microvariações sobre um tema II, na Feevale, contém todos os trabalhos apresentados no Atelier Subterrânea em setembro de 2008, em Porto Alegre, que deu a Rogério o prêmio Açorianos (artista revelação 2008) e vários conjuntos ainda inéditos.





Formandos Especialização em Poéticas Visuais Pintura, Desenho e Instalação: Processos Híbridos












Fator 07 1


Formandos de pós-graduação Especialização em Poéticas Visuais: Gravura, Fotografia e Imagem Digital




AS MANIPULAÇÕES PLÁSTICAS NOS MEIOS DE REPRODUTIBILIDADE TÉCNICA DA IMAGEM


Esta exposição dos formandos de 2008, do curso de Especialização em Poéticas Visuais: Gravura, Fotografia e Imagem Digital, da Feevale, apresenta poéticas identificadas com procedimentos de de-formar, re-formar e trans-formar, através de sobreposições, justaposições, projeções, espelhamentos, montagens, sequências, animações e relações entre textos e imagens. Tais operações plásticas discutem questões referentes a retratos, autorretratos, identidades, memórias, rituais, vestígios, apropriações, derivas, imagens abjetas, registros urbanos, dentre outras. Alguns trabalhos evidenciam também o trânsito entre as linguagens das fotografias de base química e numéricas, da gravura, do vídeo, da performance, do teatro e da instalação. Um dos aspectos mais instigantes da fotografia, tem sido o ampliar constantemente os limites de sua própria linguagem.








Elcio Rossini

Performance e videoperformance






Caixa de Música

Artista: Kátia Costa

Período: 5 de maio a 26 de maio de 2009



A TRAMA da IMAGEM


O vocabulário plástico de Kátia Costa é formado por trabalhos interativos voltados à construção de objetos que ocupam e transformam o espaço, pois ela os constrói dentro de outros espaços. Os verbos conjugados por esta inquieta artista são: fotografar, guardar, aparecer, desaparecer, multiplicar, lembrar, interagir, entre os vários que possuem um significado em sua trajetória.


A obra sobre a qual discorro neste texto: um móvel de proporções avantajadas que remete a uma caixa de música é revestido do lado de fora por madeira e, pelo lado de dentro, por espelhos. A obra realiza-se plenamente na ação do outro: de um sujeito convidado a entrar e interagir com o espaço. Kátia constrói espaços, mais do que isso, ela constrói sonhos, a partir do momento em que o sujeito se sentir envolvido pela obra.


Dentro da caixa de música o sujeito é surpreendido pela multiplicidade de percepções de si mesmo, as tramas da fantasia o levam a viajar pelo tempo refletido em uma série de imagens, onde cada uma delas parece estar em um tempo distinto. A memória transcende do simples pensamento à ação concreta de deixar-se levar pela música, pelas luzes, pela imagem da bailarina... O convite está feito: dance quem não quiser perder este momento de magia.


A experiência de vivenciar um tempo decorrido nos permite um antes e um depois. Um tempo dentro de outro tempo. Feita esta passagem, esta travessia, nunca mais seremos os mesmos, pois nossa memória, efêmera até então, vai propiciar a sensação de um encontro com nós mesmos, um retorno ao passado para reavivar lembranças guardadas no inconsciente. O olhar vai perder-se a partir do rebatimento dos espelhos e o feitiço do tempo, cheio de vazios e de espaços para viver, vai nos tocar no que temos de mais frágil: a nossa vida. E esta vai achar-se e perder-se na imaginação, na vertigem, no abismo, no sonho...


A concepção estética da artista tem procedimentos voltados para uma especificidade particular da arte: a de instigar o participante, pois sem ele a obra não se faz. Kátia Costa assegura o ambiente necessário para uma verdadeira interação entre público e obra, onde a matéria tece relações com os sentimentos e deixa o tempo suspenso, nos provocando para uma reflexão sobre as fronteiras e os desdobramentos da arte contemporânea.


Ana Zavadil, curadora de arte.


Envie suas imagens e comentários para

katiacosta@atelierplanob.com.br

Eles serão postados em

http://caixademusica-katiacosta.blogspot.com/



Ficções Apropriadas

Dirnei Prates




Imagens ressignificadas


Imagens de filmes antigos. Clássicos do cinema. Um filme mudo da década de 20. Um melodrama ou uma comédia musical das décadas de 30 e 40, com Gary Cooper ou Carmem Miranda. São pequenos fragmentos de narrativas, sequencias de algum filme que você já deve ter visto, que Dirnei Prates se apropria, toma para si e os transforma, criando novas ficções (suas próprias ficções). Em parte como uma homenagem ao próprio cinema, em parte como um exercício do olhar, que percebe os clichês ali presentes, e os destaca, manipulando as imagens e amplificando algum aspecto dessas narrativas. Pode ser um gesto, uma fala, uma expressão. Em filmes curtos, ele tece seu comentário, opera um desvio e cria um novo sentido.


Os artistas têm feito isso há muito tempo. Podemos falar de uma migração das imagens no cinema, conforme J.C.Bernadet ou de apropriação, procedimento que surge com os artistas das primeiras vanguardas, junto com as colagem e fotomontagens. Mas há nesta série, Ficções Apropriadas, uma clara conecxão e uma relação que podemos estabelecer, dentro do campo do cinema, com os filmes de found-footage, cujo essencial, segundo Udo Jacodsen é "abrir um material já existente para novos significados ou descobrir eventuais significados ocultos na própria imagem". Os filmes de Dirnei tem uma relação estreita com assa tradição, especialmente com o trabalho de Martin Arnold.


Num momento em que cada vez mais os artistas trabalham com vídeo, nesta exposição podemos ver uma obra particular e fruto de uma pesquisa promissora. Dirnei partilha conosco suas pequenas homenagens ao cinema, seu olhar e suas interrogações sinceras.


Marcelo Gobatto

Artista plástico/ Doutorando em Poéticas Visuais pela UFRGS



Passaporte Cerâmico



Ao eleger as medidas do passaporte como norma para os trabalhos, os artistas enfatizam a diversidade de técnicas que a cerâmica pode assumir. A argila é generosamente plástica e mantém a forma que lhe foi impressa e combinada com outras matérias-primas. Ela abriga surpresas, desde o processo de modelagem até a abertura do forno nos diferentes tipos de queima. É como se o barro, transformado em cerâmica, através das reações físico-químicas impostas pelo fogo, mantivesse sua vontade própria, sua identidade.


O passaporte também é, por definição, a identidade e o trânsito livre entre lugares, remetendo-nos às questões biográficas, pois cada um contém uma história de vida, é impessoal e intransferível, assim como cada trabalho apresentado.


Os bandoleiros, como são conhecidos, acreditam na força do coletivo para consolidar a arte cerâmica dentro da contemporaneidade e suas ações não nos deixam dúvidas quanto a esta consolidação.


O plano de intervenção no espaço da Pinacoteca da Feevale foi pensado, por seus curadores, da maneira mais democrática possível, quanto menos a obra, maior o número de participantes. Porém, o tamanho não deve ser pensado somente como um limite e sim como uma opção do amplo leque de possibilidades do fazer cerâmico. A ligação com o objeto passaporte tem um significado simbólico e suscita reflexões sobre a identidade da poética individual somada ao fato agregador identitário que é o Bando de Barro.


Ana Zavadil

Mestranda em Arte e Cultura pela Universidade Federal de Santa Maria, bacharel em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.



Exposição Formandas 2008/02

19 de fevereiro a 02 de março de 2009


Sílvia Hilger

Dança das Cores

Óleo sobre tela

2x3m

2008

(detalhe da obra)


Em busca da abstraçaõ remete à pintura que realizo na liberaçaõ de gestos e nas cores. O intervalo wntre as camadas de tinta que se sobrepõe fazem criar uma referência temporal, onde transparecem uma sensação de profundidade: entre as camadas e os gestos pictóricos. As instensas relações cromáticas e o apelo dinâmico do jogo de áreas coloridas traduzem a vibração da vida. A clara simplicidade perceptível na escolha de cores primárias, a generosidade da convivência entre áreas desiguais, perdem-se na identificação de seus limites.



Juliana Cristina Feyh

s/ título

Óxido de ferro sobre papel

Dimensões variáveis

2008


Creio que as marcas deixadas pelo contato entre materiais, atestam, para nós, a passagem do tempo e tornam-se metáforas para a passagem da vida, do ontem, das lembranças daquilo que foi ou não vivenciado diretamente, juntamente com as sensações que acompanham-nas. É ali que estão contidas muitas dasmarcas deixadas pela passagem do tempo em nossas vidas. Em virtude disto, penso ser a ferrugem, que se desprende da peça para deixar sua marca, a materialização da memória resultante da passagem do tempo. Penso na possibilidade de relação com a Pintura a partir do tratamento dado a cor e a textura oriundos da impregnação do óxido de ferro. Existe também explícito no trabalho o princípio da Gravura; onde a peça oxidada funciona como uma matriz entintada e a impregnação da ferrugem no suporte, com a gravação obtida resultante da impressão. Além ainda, os registros fotográficos que, tal qual a impregnação,remetem-nos a um índice, a algo que foi e que não é mais, uma presença percebida por meio de sua ausência.




Vera Borges

Imagens, objetos como relíquias

Instalação

Dimensões variáveis

2008

Agenda

  • 24/09 - A Princesa Engasgada
  • 29/10 - A Bela Adormecida

Bilheteria

  • Campus I Av. Dr. Maurício Cardoso, 510 Bairro Hamburgo Velho Novo Hamburgo • RS CEP 93510-250
  • Campus II ERS-239, 2755 Novo Hamburgo • RS CEP 93352-000 (51) 3586-8800
Campus I Av. Dr. Maurício Cardoso, 510 • 93510-250 • Hamburgo Velho • Novo Hamburgo • RS          Brasil • 55 51 3586-8800 • Como chegar
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