Oficina de Criação Escultórica
Professora Alexandra Eckert Nunes
Período: 30/11/2005 a 15/12/2005
Participantes:
Andressa Costa reis
Anita Hinrichs Porto
Carla Fernanda Ferraz
Conceição de Maria de Almeida Costa Alles
Maria Elaine Barros Ávila
Marlon Fraga Nunes
Olinda Beatriz Albea da Silva
Raquel Emmel
Ricardo Santos Olszewski
Roseli Maria Flores
Suzana Berwanger
Tânia Mara Von Berg Ondere
Vera Lúcia Borges
Cerâmica - A Poesia da Terra
Mostra coletiva dos alunos da oficina de Introdução à Cerâmica do Currículo Ampliado da Escola de Educação Básica Feevale e PRO- EJA
Período: 30/11/2005 a 15/12/2005
Clari Bonadiman
Guilherme Bauermann
Matheus Drumm
Olga de Morais
Veroni Rangel
Professora Silvana Maranzana da Silva
Da imagem para a imagem: experimentações
Trabalhos das turmas de Educação Infantil, 1º e 2º cliclo do Ensino Fundamental da Escola de Educação Básica Feevale - Escola de Aplicação.
Profa. Caroline Bertani da Silva
Período: 23/11/2005 a 15/12/2005
Mostra coletiva dos alunos da Escola de Educação Básica Feevale -Escola de Aplicação
Período: De 14/10 a 24/10/05
Orientação: Profª Tasmânia de Bitencourt Braga e Prof. Christian Coiro Spessato
Turmas do Ensino Fundamental:
311 F 1ª. Etapa do 3º Ciclo – "Leituras de Obras Cubistas" (Pinturas).
321 F 2ª. Etapa do 3º Ciclo – "Lembranças das Cidades Brasileiras" e "Coisas da Nossa Casa" (lado exter3no da casa).
411 F 1ª. Etapa do 4º Ciclo – "Desenhos e Pichações" (lado interno da casa).
421 e 422 F 2ª. Etapa do 4º Ciclo – "Contravenção, pichações, apropriações e o grafite" (classe e porta).
Turmas do Ensino Médio:
111 F, 112 F e 113 F 1ª. Etapa do 1º Ciclo - "Pichações, contravenção, apropriações e o Grafite" (classe e porta).
121 F, 122 F, 123 F, 124 F e 125 F 2ª Etapa – " Pichações, contravenção, apropriação e o Grafite" (classes) "Desenho de Observação – Perfil do colega e Auto-Retrato" (lado interno da casa).
Confira algumas obras:




O trabalho da artista, intitulado "Era uma vez...", é baseado em contos. Denise brinca com os personagens de Walt Disney, criando novas histórias para eles. Apesar de cada quadro já ter a sua própria história, ela sempre monta a exposição de uma forma diferente. Na fotogravura, por exemplo, ela cria aventuras para Alice, a sua personagem preferida. "Meu trabalho não é uma crítica, nem uma ironia aos personagens da Disney" – afirma – "É o uso do popular para se tornar mais popular".


Projeto: Cinetchê e Arte-Educação
Alunos das turmas: 121, 122, 123, 124 e 125
Período:15/08/2005 a 24/08/2005
Escola de Educação Básica Feevale - Escola de Aplicação
Professora responsável: Tasmânia de Bitencourt Braga
Discplina: Arte-Educação
Apoio: Agência Tempesdade Cerebral
Professor: Felipe
Curso técnico de Publicidade
"O projeto Cinetchê, este ano, escolheu o autor Érico Veríssimo, partindo das leituras básicas de O Continente, que abrange A Fonte, Ana Terra e Um Certo Capitão Rodrigo. Essa obra teve seu início narrado nas Reduções Espanholas (as Missões) e, por isso, os alunos visitaram, no dia 22 de junho, o lugar onde Pedro Missioneiro, personagem principal do livro A Fonte, nasceu e foi criado. Os alunos acompanhados pelas professoras, Elizabeth, Lovani, Sabrine de Língua Portuguesa e Tasmânia, de Arte-Educação, exploraram as esculturas para trabalhar o "Barroco Missioneiro" e captarem imagens para seus filmes".
Tasmânia de Bitencourt Braga
Monotipos do Corpo
Mirela Souza Pazzini
Período: 01/08/2005 a 10/08/2005
"A experiência sensorial (sobretudo visual) do corpo humano é igual e não superior a de qualquer outro elemento que coexista com o espaço, com a realidade. Meu interesse sobre imagens do corpo se mostrou em função do que se afastava da obrigatoriedade empírica do ser - eu. A ampliação de uma ingênua marca de mão, feita à maneira pré-histórica, me disse de um corpo impossível que realizasse a ação indicada. Uma outra marca de tinta, feita com a minha longa trança sobre as minhas costas, dissecou, sem ferir, a minha coluna vertebral e brotou parasitária em folhas de samambaia".
Mirela Souza Pazzin
Pensando da Reprodução de Imagem
Mostra coletiva da disciplina de Expressão em Superfície I e II
Período: 18/07/2005 a 27/07/ 2005
Orientação: Profª Ms. Isabel de Castro
Na foto ao lado, o trabalho da aluna Mirela Pazzini, de Expressão em Superfície II - Gravura em metal.
Mostra coletiva da disciplina de Expressão em Superfície IV
Orientação: Prof. Clóvis Martins Costa
Período: 04/07/2005 a 13/07/2005
A mostra reúne alguns trabalhos desenvolvidos durante o primeiro semestre de 2005, na disciplina de Expressão em Superfície IV. As obras, resultantes de pesquisas de materiais e suportes na área da pintura, apresentam grande diversidade de soluções para o fazer pintura enquanto atividade instigante e rica em possibilidades de cruzamentos com outras categorias de arte, tais como a gravura, a escultura e o desenho.
Remendos, costuras, placas de madeira justapostas. Impressões pelo contato da superfície da tela com a materialidade do mundo real, cortes, sobreposições de camadas, auto-retratos, e outras formas de pensar a pintura, manifestam-se como indicativos de poéticas individuais que podem fomentar a pesquisa no curso de Artes Visuais.
Escola de Educação Básica Feevale - Escola de Aplicação
Período: 21/06/2005 a 30/06/2005
Turmas: 411, 421 e 422 Ensino Fundamental
121, 122, 123, 124 e 125 Ensino Médio
Orientação: Profª Tasmânia de Bitencourt Braga
Esta exposição apresenta três diferentes processos de produção. O Mix - Retrato foi realizado pelos alunos da turma 411. Entre os objetivos propostos, o principal foi diferenciar os retratos do auto-retrato, observando os detalhes, formas de construção, estrutura e a relação de figura / fundo. Partindo desta leitura, identificaram o autor e misturaram partes para criar um novo retrato.
Colcha de Retratos
Período: 09/06/2005 a 18/06/2005
Escola de Educação Básica Feevale - Escola de Aplicação
Educação Infantil - 1º e 2º Ciclos do Ensino Fundamental
Arte-Educaçãob - Professora Caroline Bertani da Silva
"As imagens, assim como as palavras, são a matéria de que somos feitos."
Manguel, 2001
Entornos de uma Poética
Período: 17/05/2005 a 27/05/2005
Juliana Cristina Feyh
"A idéia de trabalhar a temática da espiral para esta exposição surge a partir da identificação de muitos de meus trabalhos que remetem a este signo. A forma que a espiral representa sugere a volta do ser ao seu centro, um olhar direcionado, voltado ao interior, ao âmago, àquilo que realmente é verdadeiro. Representa a ordem do indivíduo em meio à mudança. O porto-seguro em meio à tempestade, ou ainda, a trajetória a ser percorrida até a chegada à essência do ser, numa relação que transcende aos cinco sentidos, unindo-os. Resgato suas memórias e (re)significações propondo uma nova narrativa de ações, sugestões de linguagem e porque não dizer, uma nova escrita que manifesta-se como que por vontade própria. O objeto só grava o que melhor lhe convir. A pintura só surge quando o objeto autoriza onde quem decifra o que ele escreve é o espectador / leitor de sua escrita, apreciador de minha obra".
Exposição "Retratos no Trabalho"
Período: 03/05/2005 a 12/05/2005
Alunos da Escola de Educação Básica Feevale - Escola de Aplicação
Turmas: 121M, 122M, 123M, 124M125M, da 2ª etapa do 1º Ciclo do Ensino Médio
A exposição "Retratos no Trabalho" integra uma discussão curricular interdisciplinar sobre a importância do trabalho para as sociedades. Fazem parte desta reflexão as disciplinas: Arte Educação, sob orientação da Professora Tasmânia de Bitencourt Braga, Fundamentos Sócio-Filosóficos, com os professores Gisele Damiani e João Alcione Figueiredo, História com a professora Roswithia Weber.
O trabalho pretende estimular o debate pautando-se por alguns questionamentos: o ser humano, enquanto ser social e cultural, não vive sem trabalho, através deste transforma, cria e recria, elaborando condições favoráveis ao seu bem viver. Então, porque só consideramos trabalho uma atividade de produção remunerada? Como classificaríamos as atividades diárias de uma dona-de-casa? E todas as outras atividades que realizamos freqüentemente, não podem ser consideradas trabalho? Por que?
Moisés Cristiano Diefenbach - Aluno do curso de Artes Visuais da Feevale.
"A arte sofre um momento de transição, ou seja, o homem está em grande conflito consigo: a crise global (globalização/saturação de idéias, símbolos etc...) fez com que o homem se esquecesse das suas origens (tradição, aspectos culturais, socias, religião, valores morais, etc...). Ele quase não vive, ele sobrevive (crise econômica, guerras), quanto mais ele se distancia das suas origens, o futuro é um mero acaso da fatalidade (incerto e sombrio). Assim, a arte revelará a obscuridade do mundo em que esse homem vive, se o futuro é uma fatalidade, a arte poderá ser só obra do acaso.
Tem ela um fim nela mesma? Fechada e lacrada, que não questiona não propõe nada só delata, torna a obra de arte em algo autônomo, algo hermético (fechado em si); onde todos os elementos expressivos, (emocionais, subjetivos) estejam desconectados de todo o significado interno, ou seja, pretende-se que o som seja puro som, a forma pura forma, a cor pura cor. Toda obra de arte é mais que uma coisa em si é toda uma contemplação e interpretação, um ato de "amor" (doação), uma mistura de interação entre o contemplador e a obra. No diálogo da criação o homem se desmembra, entra em relação com o todo, e ganha a distância da perspectiva com este. Essa ação imediata é chamada de intimidade".
Exposição Desenhos
Período: 06/04/2005 a 15/04/2005
Escola de Educação Básica Feevale - Escola de Aplicação
Arte-Educação
Turmas: 1ª etapa do 3º ciclo do Ensino Fundamental, 2ª etapa do 3º ciclo do Ensino Fundamental e 4ª etapa do 3º ciclo do Ensino Fundamental.
Orientação: Profª Tasmânia de Bitencourt Braga
| |
Livro de Artista - Mostra coletiva da disciplina de Fundamentos da Linguagem Visual I
Período: 22/03 a 31/03/2005
"Tendo como eixo as questões perceptivas, gráficas e espaciais, o Livro de Artista deu continuidade às pesquisas da imagem, sem a finalidade de catalogar o que havia sido, até então, produzido, mas sim como proposição poética, como meio de gerar sínteses acerca do olhar.
A exposição parece trazer implícita a vocação de ser, enquanto livro, um objeto que pede interação com o público e com o qual, estamos familiarizados; enquanto poética, estar aberto à invenção capaz de instaurar aquele certo olhar de artista, que flexível e inquieto, permite ressignificar o usual, subverter o esperado. Por sua condição de objeto, o livro de artista não restringe o olhar à virtualidade da imagem, embora possa estar repleto delas: livros são também acúmulos matéricos, nos aproximam pela sedução sensorial".
Artistas: Anelise Dal Ri, Angelita de Lurdes Ferreira, Carmen Salazar Araújo, Cristina Gatelli Blume, Elisa Pedroso de Moraes, Kátia Melicia Algayer, Márcia Meneguetti, Marcus Ramos Junqueira, Mariana Reichert, Sílvia Korndoerfer Rangel, Suzane Cristine Finken e Terezinha Marice Venzo.
Orientação: Profª Esp. Rosana Krug
Exposição Retratos Queimados - Danielle Garay
Período: 08/03 a 17/03/05
"Cada qual é como Deus o fez -
e às vezes, ainda pior". Cervantes.
"Retratos Queimados é uma série de retratos onde a técnica da pintura a óleo é revista de uma maneira particular. São retratos a óleo sobre alumínio em pequenos formatos (40 X 35 cm) confeccionados na cozinha do meu apartamento com o auxílio de um forno elétrico. A pintura a óleo e o retrato, técnica e gênero tradicionais e institucionalizados, são subvertidos nessa pesquisa que venho desenvolvendo a pouco mais de um ano. A secagem da tinta a óleo é precipitada através do uso do forno. O retrato, por sua vez, sofre alterações nas formas e nas cores em contato com o calor.
Dentro desse processo os erros e correções ocultados pelas sobreposições de camadas de tinta são revelados através do calor, portanto, é um processo de ocultações através da pintura e de revelações através do fogo. Para compor os retratos utilizo fotografias de amigos, familiares e pessoas que fazem parte da minha vida. Queimar a imagem de uma pessoa coloca várias questões em jogo. Remete à Inquisição na Idade Média, aos rituais de purificação, mas, ao mesmo tempo, remete também ao calor humano, ao preparo de comida, à alquimia, à uma renovação".
Exposição Torres - Ceiça Alles
Período: 23/02/2005 a 05/03/2005
"Desde o início do curso, principalmente ao fazer Escultura I e Representação Gráfica I, percebi que elementos alongados e, muitas vezes, espiralados, eram recorrentes nos trabalhos que desenvolvia. Pouco a pouco fui interligando essa preferência a meu particular e antigo gosto por ziggurats, torres, castelos medievais - principalmente os mais antigos com suas torres quadradas e ameias - e arquitetura gótica.
Desenvolvi experimentos com materiais diversos como areia, argila, cimento, e outros, tendo, assim, chegado a reproduções permanentes dos castelos que fazemos em nossas praias. Na exposição, imaginei uma "Invasão das Torres". As torres, não satisfeitas com sua posição e quantidade no jogo de xadrez, decidiram multiplicar-se e tomar conta de todas as casas, expulsando as demais peças, inclusive o rei e a rainha".