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Exposições Anteriores - 2006

Arquivo

"Rio dos Sinos" - Escola de Aplicação
Período: 21/11/06 a 30/11/06
Orientação: Profª.Ms.Tasmânia de Bitencourt Braga








Objetivo: Oportunizar, através da arte, a produção de sentido, explorando a temática "Rio dos Sinos", partindo de imagens veiculadas na mídia, da memória visual e do repertório de imagens que cada aluno construiu em suas experiências no contato com a natureza do rio,  na paisagem cotidiana nos momentos de visualização.
 
Entre todas as questões abordadas, ficou muito presente, na fala e expressão gráfica dos alunos, a preservação e as ações de depredação, o desrespeito do homem com a natureza. Em contrapartida, expressam o desejo que a situação existente mude para a conscientização dos adultos.

 

Desenho

Na turma 321, através da linguagem do desenho, os alunos produziram formas simbólicas de representar o meio ambiente, a importância e o significado do rio para a região do Vale do Sinos.

 

 













HQ ( História em Quadrinhos)

Com a turma 311, a sensibilização para esse trabalho foi a criação de um personagem, com base na preferência estética e no conhecimento individual sobre a forma de representar a figura humana, os animais, as plantas e a paisagem, juntamente com os conteúdos práticos de HQ. Investigaram recursos gráficos e lingüísticos utilizados na HQ para, depois, aplicarem em suas criações.

 

 














Instalação

Os alunos da turma 411 pesquisaram materiais alternativos e tradicionais para construir e aplicar o conceito de instalação e apropriação em arte, fazendo referência aos peixes do Rio dos Sinos.

 

 










Pintura

No Currículo Ampliado, os alunos partiram da obra O Barco em Giverny, 1887 , óleo sobre tela 98 X 131 cm, Musée d’ Orsay, Paris, França, do pintor Claude Monet, (1840,1926) e a releitura de Mauricio de Souza, "O Barco no Riachinho", 1991, acrílica sobre tela, 117 X 147 cm. Puderam pensar no Rio como fonte de vida, lazer e como subsistência na pesca. Conheceram um pouco sobre o processo de pintura de Monet, fizeram poesia. Encantados, imaginaram Monet em seu "Barco Atelier" e na divertida pescaria da Mônica, Magali e Rosinha, aproximando o conhecimento dos personagens que fazem parte do repertório visual das crianças com História da Arte.


Charge

Nas turmas 111, 112 e 113, primeiras etapas do Ensino Médio, continuam, desde o início do ano os trabalhos de caracterização da figura humana, com um trabalho interdisciplinar: Arte-Educação e Língua Portuguesa. Inicialmente, com as caricaturas, agora com a charge, produzida pelo caricaturista Marcelo Zeni, cujas personagens são as professoras Tasmânia, Isabel e Lovani. A exploração foi pelo processo de construção e pelo conceito de charge, proporcionando aos alunos um momento de traçar um perfil de suas professoras através da expressão gráfica, podendo mostrar a visão e a percepção de aluno. No mesmo processo em grupos, os alunos construíram outras charges, a partir de um assunto que fosse atual e lhes chamasse a atenção.

 

Pesquisa em Arte - FICSE 2006
Período: 10/11/06 a 18/11/06

 

A metodologia da pesquisa em arte requer uma postura diferenciada, pois não existem critérios rígidos e fechados, nem modelos estabelecidos a priori, porém são tantos quantos os investigadores. O objeto de estudo não se constitui como um dado preliminar no corpo teórico, porém, o pesquisador produz o seu objeto de estudo durante o processo de criação, extraindo as questões que serão investigadas pelo viés da teoria. No entanto, mesmo tendo diversas maneiras de conduzir a pesquisa em arte, são estabelecidas orientações norteadoras, permitindo que o artista - pesquisador possa encontrar um direcionamento metodológico que propicia o desdobramento das questões pertinentes a sua pesquisa poética.

 

Alunos participantes:

 

Mariana Amaral, Mariana Reichert e Mirela Pazzini
Alunas Premiadas no VIII Salão de Artes Visuais

 

Eliane Fagundes
Areia Elemento para Criação Artística

 

Núbia Maria S. de Almeida
Arte e Identidade

 

Elisa Moraes
Arte na Escola – Pólo Feevale

 

Dircilene Verdum
Contaminações Involuntárias: A Contemporaneidade do Vanitas no Desenho e nas Imagens Técnicas

 

Helena Jung e Kátia Algair
Imagens de um Fazer Musical: Registro e Reflexões

 

Elisabete L. Belotto Klein e Tatiana Dewes Ferreira
Laboratório das Cores

 

Juliana Feyh
Marca do Tempo: Uma Poética Indicial da Passagem do Tempo

 

Heloisa Marques
Pinacoteca da Feevale

 

Andréa D.Dienstmann, Daniela Krummenauer, Daniela S. Schneider, Lilian T. de Souza, Maria C. de Mattos, Marlon F. Nunes, Shirley M. Tamiozzo, Simone D. Gomes, Tatiana T.M. Figueiredo, Tatiane S. Jaeger
Queimas Alternativas

 

Vida Animada - Experimentos em Serigrafia sobre Tecido
Período: 23/10/06 a 01/11/06
Artista:  Denise Brunner


"Seduzida pela pop arte e fascinada por Andy Warhol e Roy Lichtenstein, me inspirei nos retratos de Marilyn Monroe imortalizados por Warhol.

Auto-retrato, vaidade ou audácia de uma artista? Minha relação com estes trabalhos talvez seja de adoração, ou identificação. Na verdade, todos podem ser considerados auto-retratos. 


O trabalho com dobraduras, delicadamente recortadas, representam o romantismo como de um bordado, o glamour de um banho de espuma, e o medo versus o desejo de Branca de Neve, tornando seu pesadelo.
 
Obra destinada ao público ou à clausura do ateliê, o auto-retrato se faz mundano ou patético, decorativo ou introspectivo, virtuoso ou intransigente. É o espaço privilegiado das experiências picturais mais ousadas, criativas. De Rembrandt a Cézanne, de Ticiano a Van Gogh, de Poussin a Picasso ou Bacon, ele oferece o traço magnífico da ambição de um artista."     

                                                  Jérôme Coignard – "O Auto-retrato"






















Interpretação /Desinterpretação
Período: 11/10/06 a 19/10/06
Alunas expositoras: Renata Wille Flores, Heloisa Marques, Mariana Amaral, Tatiana Funghetti e Ceiça Alles.
Orientação: Profª. Ms. Rosa María Blanca 

"A arte nasce de constrangimento, vive de luta e morre de liberdade".
                                                                      André Gide"

O valor atual da história não está na história senão na sua interpretação. Na criação artística, em tempos de pós-história, acreditar em uma leitura da história da arte é facultativo de inocentes.

Como posso criar sem me dissolver no discurso? Como posso ser eu na história da arte? Como posso ser artista dentro da história da arte sem ser retrato do próprio contexto, histórico? Estes parecem ser alguns dos questionamentos que as alunas Renata Wille Flores, Heloisa Marques, Mariana Amaral, Tatiana Funghetti e Ceiça Alles, discutem através de suas criações expostas no Espaço Arte Um na mostra intitulada Interpretação/ Desinterpretação.

O trabalho a fazer era levar a cabo uma reinterpretação de propostas estudadas durante a disciplina que leciono de História da Arte no curso de Artes Visuais. Ora, a reinterpretação, como proposta, não ocorre sem a desinterpretação. E a desinterpretação desativiza o formal histórico–virtual – à procura de um sentido artístico-atual: 



































- Renata apresenta o sorriso discreto do desenho desdenhado.


















- Heloisa sugere a possibilidade de um traço contemporâneo.

 




















- Mariana abre a intimidade do imaginário corpo fotográfico.

 















- Tatiana concretiza uma visão abstrata.

 




















- Ceiça publica o impublicável, o sem significado.


O ponto de partida foi:

 

Leonardo Da Vinci.
Jacques-Louis David
Henry Peach Robinson
Paul Klee
Dadá
Sol Le-Witt"

 
Profª. Ms. Rosa María Blanca

Mostra individual de esculturas em pedras
Período: De 15 a 25/09/06
Artista: Ricardo Santos Olszewski
 

"Ricardo Santos Olszewski encontrou na escultura o modo ideal de expressar sua relação com o mundo e sua reconciliação com a vida, com o belo e com a religiosidade.


A escolha da inquieta tranqüilidade dos caminhos da Jacobina e a decisão de radicar-se à sombra do imponente Morro Ferrabraz, possibilitou a emergência do seu potencial artístico. Suas esculturas atuais revelam o desafio de exprimir na pedra todas as formas que povoam o seu imaginário. A paz e o contato com a natureza do Vale do Sinos criaram as condições ideais para que seu potencial aflorasse, revelando uma criatividade surpreendente".

Zila Bernd, 2006.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

" Sapos"
Período: 30/08/2006 a 09/09/2006
Artista: Juliana Chabrol

 

 

 

 

 

 

 


"Meu trabalho iniciou em 1998, na disciplina de biologia, quando abri o corpo de um sapo com bisturi. Aquele momento ficou fixado em minha memória, e, por esta razão, sinto necessidade de fazer desenhos relacionados com seu contexto corporal.


Meu processo criativo parte, então, do desenho animado, do lúdico, e o sapo surge desta experiência anterior, uma brincadeira com meus tempos de infância e escola. Outro ponto em comum dos trabalhos é a seqüência e a repetição. A seqüência é necessária em minhas histórias, mesmo não tendo diálogos e me aproprio do recurso da repetição para obter uma padronização nos trabalhos e rapidez em sua execução. Esta reprodutibilidade, juntamente com a rapidez, a padronização, o baixo custo e a facilidade de transporte são os meus objetivos. Com os trabalhos que apresento aqui, alcanço todos eles.


Para esta exposição, trago trabalhos de 2006 e algumas esculturas e fanzines de 2005. Mas iniciei o trabalho com anfíbios através do vídeo "Lanche da Tarde", em 2004. Neste ano, resolvi transformar os meus desenhos de anfíbios em painéis. Estes são formados por papel sulfite em grandes tamanhos e caneta hidrográfica preta. A escolha do papel sulfite como suporte é proposital. Com todas as facilidades do desenho, busco, no suporte, a fragilidade que não tenho no primeiro. A ocupação do espaço objetiva a passagem das pessoas se detendo o maior tempo possível em frente aos desenhos. O observador pode identificar os sapos ou um trabalho abstrato; dependendo da distância e do posicionamento dele, diante do trabalho".

 

                   Juliana Chabrol

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro-Objeto
Período: 16/08/2006 a 26/08/2006
Mostra coletiva da disciplina de Fundamentos da Linguagem Visual I / Laboratório da Linguagem Plástica
Cursos de bacharelado em Artes Visuais, Ensino da Arte na Diversidade e currículo flexibilizado de História e Letras/ICHLA - 2006/01

 

Participantes:

Alexandra Schenardie
Aline Laux de Leão
Ambar Fiorella Coriza
Ana Paula de Oliveira Cardoso
Arlei Sílvio Ferreira
Carla Rosani Scherer
Cristine Arnold
Daisi Cristina Maciel Martini
Danieli Ganassini da Silva
Giséle de Almeida
Jessica de Souza Waseluch
Luciane Cristina Schmidt
Lucianne Arrue Webster
Mara Fatima Zanella
Maria Isabel Garcia Sommer
Michele de Souza Varzinha
Renata Wille Flores

Orientação: Profª Esp. Rosana Krug

 















 

 

"Considerando questões que transitam entre o bi e o tridimensional, os livros-objetos abrem-se à possibilidade de serem produzidos por uma grande diversidade de suportes, formatos, meios e linguagens, sem que para estes se estabeleçam regras ou funções pré-definidas. Ainda que do livro guardem o paradigma da seqüencialidade, livros-objetos são outros livros; metáforas do livro.

 

Segundo Paulo Silveira: "As evidências mostram que podemos retroceder no tempo quase indefinidamente na busca da origem do livro de artista."  Os registros de Leonardo da Vinci, em seus cadernos, testemunham essa prática. De outro lado, na poesia ocidental, a interpretação das linguagens verbal e visual é experimentada ao final do século XIX, pelo simbolista francês Sthépane Mallarmé, que considerou a visualidade das letras e o branco do papel como elementos semânticos de seus poemas.

 

Integrando ou não palavra e imagem, com objetivos formais ou até mesmo irônicos, optando pelo sensorial ou pela virtualidade da imagem, as experiências apresentadas refletem narrativas poéticas que expomos, com grata satisfação, como complementação do exercício da criação".

 

Rosana Krug         

 

                           

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

    

EXPOSIÇÃO COLETIVA DE VÍDEO ARTE
Período: 4 a 14 de agosto
Anelise Dal-Ri, Ceiça Alles, Juliana Feyh, Luana Zimmermann, Mariana Amaral, Maurício Añez e Heloisa Marques

ÁRVORES (2006)
Anelise Dal-Ri
As raízes (vegetal lenhoso de tronco elevado, com ramos na parte superior) mergulham no solo, os galhos se elevam para o céu, a árvore é universalmente considerada como símbolo das relações que se estabelece entre a terra e o céu.

 

VÍDEOESCULTURA (2006)
Ceiça Alles
Tempo de duração: 02min 31s
Este é um vídeo que eu chamaria de informativo. Informativo no sentido de dar a conhecer uma escultura que fica na cidade de Eindhoven, na Holanda, ao centro de uma rótula. 
A escultura é de grande porte, diria que deve ter cerca de 10 x 10 metros, sendo constituída de quatro vigas de ferro, unidas na forma de um quadrilátero irregular, no sentido de que as juntas das vigas não são retas mas, formam ângulos obtusos que fazem com que cada uma delas fique ligeiramente inclinada em relação às outras. Esta particular disposição das linhas faz com que, ao circundar-se a escultura, a mesma vá tomando diferentes formas, que é exatamente o que o vídeo, feito com uma série de fotos mostra. 

 

ÍNDICES (2006)
Juliana Feyh
Tempo de duração:  01min 29s
Ao tempo não cabem noções precisas.
Abandono neste vídeo/experimento a idéia de utilizar as marcas obtidas pela impregnação da ferrugem no suporte, porém, nunca me abandona a idéia de explorar os índices e os registros de passagem deixados pelo tempo através da oxirredução presente nos objetos.
O próprio tempo deixa suas marcas, não é preciso recriá-las basta apenas deter-se nos vestígios deixados por ele ao longo do trajeto percorrido.

 

REFLETINDO ABRIL (2006)
Luana Zimmermann
Tempo de duração: 04min 39s
Gotas que vão revelando reflexos, modificando a imagem, tornando-se luz e ausência.
Fala do tempo, de lembranças, reflexões. 

 

UNTITLED (2006)
Heloisa Marques
Tempo de duração: 03min 07s
Imagens em movimento sem uma narrativa pré-estabelecida, tendendo para a abstração, com áudio original de gravação.
O trabalho é um registro de uma ação. Movimentos labiais repetidos e uma respiração, ora intensa, ora normal. Intercalado à essas imagens, surge aleatoriamente, um piscar de olhos, fazendo uma referência ao tempo e a repetição, de tudo, sempre.

 

AÇÃO (2006)
Maurício Añez
Tempo de duração: 04min 25s
Imagens de um cotidiano montado pela relação entre imagens que de certa forma se relacionam, tanto por suas características formais, quanto por suas relações funcionais no contexto em que se encontram. Procuram nos mostrar o resultado de ações originadas pela ação humana, que resulta na ação do objeto, não necessariamente respeitando essa ordem, e então uma cadeia de ação e reação.

 

ILUMINAR (2006)
Mariana Amaral
Tempo de duração: 01min 30s
Movimentos feitos com a câmera resultam em grafismos de luz que se encaixam em sobreposições de fotografias com fotografias e fotografias com o vídeo.   

 

Nossa Vida, Nossa Arte
Período: 22/07/06 a 01/08/06
Orientação: Professora Daniela Schneider
 

Os trabalhos apresentados são a conclusão de uma proposta realizada com alunos de oitava série da Escola Municipal Concórdia, em Ivoti, durante minha prática de Estágio I.

 

Com o objetivo de desenvolver a percepção em si, estimular a criatividade e promover o crescimento pessoal, os alunos realizam uma pesquisa sobre lembranças e os vários modos de ver e descrever a vida, evidenciando uma reflexão e com intuito de conhecer e criar o livro de artista, tendo como base o livro A Página Violada: da ternura à injúria na construção do livro de artista.

 

"O livro de artista é um produto da arte contemporânea, construído deliberadamente a partir de um suporte preexistente, o livro, que é o seu protótipo, e ao qual louva ou faz contraposição crítica." (Paulo Silveira, A Página Violada, 2001).

 

O resultado final pode ser considerado excelente, contando que objetivos foram alcançados e os alunos puderam demonstrar de uma forma diferente suas habilidades e interesses, valorizando assim a identidade de cada um.

 

Professora Daniela Schneider

 

























 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Criança Faz Arte
Educação Infantil, 1º e 2º Ciclos do Ensino Fundamental
Orientação: Profª. Ms. Caroline Bertani da Silva
Período: 06/07/06 a 14/07/06             

Os trabalhos apresentados fazem parte da produção realizada pelos alunos da Educação Infantil, 1º e 2º Ciclos do Ensino Fundamental, na disciplina de Arte-Educação na Escola de Educação Básica Feevale – Escola de Aplicação, durante o 1º trimestre de 2006.

O trabalho de auto-retrato, com mosaico e pintura, partiu do projeto que já vem sendo trabalhado com a turma 121F, em que estão construindo um "Livro da Vida". Em um momento anterior, os alunos puderam ler imagens de obras de auto-retrato de diferentes artistas, analisando especialmente a expressão facial de cada um e assim, criar o seu auto-retrato.

 As monotipias foram realizadas pela turma 211F e integra o trabalho com o livro "Bicho de Artista", de Kátia Canton, em que a autora mostra representações de animais realizadas por artistas de diferentes épocas. Os alunos, então, ‘criaram’ seus animais.
 
 O trabalho de interferência na obra "Monalisa", de Leonardo Da Vinci, foi realizado pelos alunos da turma  221F, partindo das discussões acerca do artista na atualidade.  A turma 111F apresenta trabalhos de experimentação com tintas, realizados a partir do projeto da turma, em que realizaram o "Encontro dos Planetas Coloridos".  As diferentes propostas têm como base a experimentação, a expressão e o conhecimento sobre a arte. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

"Caricaturas e Poesias"
TRABALHO INTERDISCIPLINAR: ARTE-EDUCAÇÃO E LÍNGUA PORTUGUESA
TURMAS: 111, 112 e 113
PRIMEIRAS ETAPAS DO ENSINO MÉDIO      
Período: 20/06/2006 a 01/07/2006
Espaço Arte Um - Hall do Salão de Atos – Campus I        
Professoras:  Esp. Tasmânia de Bitencourt Braga
                       Esp. Isabel Schneider Machado
                       Esp. Lovani Volmer 

O princípio deste trabalho deu-se através da leitura, da análise e da produção de textos em Língua Portuguesa. Num primeiro momento, foram lidos e analisados os textos "Auto-Retrato", de Juca Chaves, e "Retrato Próprio", de Bocage, tanto em relação à forma como ao conteúdo, ou seja, explorou-se o gênero "poesia". A seguir, os alunos foram desafiados a auto-caracterizarem-se, tanto física quanto psicologicamente, listando palavras que tivessem relação consigo. A partir dessa lista, o desafio foi além, transformar essa lista em versos. O ambiente de sala de aula foi invadido por sons instrumentais e as idéias fluíram. O momento seguinte foi o sarau: os alunos foram convidados a recitar os seus textos. Assim, o auto-retrato poético estava constituído. Esse material foi compartilhado com as professoras de Arte, que deram continuidade ao trabalho. 

Exposição "Até 12"

 

Objetivos: Realizar uma mostra de arte com participação de todos os acadêmicos da graduação da Instituição, não havendo seleção de trabalhos.
Período: De 1º a 9 de junho de 2006.
 

Confira algumas imagens da mostra:

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Montes de Gente
Artista: Janaísa Gälzer
Período: 13 de abril a 6 de maio.  

O trabalho "Montes de Gente" parte da teoria de Einstein que "Não há referenciais absolutos para o tempo e espaço. Tudo depende do ponto de vista do observador".  Ao olhar o trabalho, o espectador provavelmente se questionará sobre o que é mais importante: o fazer. Esse foi um dos trabalhos que o processo é sem dúvida tão fascinante quanto o resultado. 
 
"As obras surgiram a partir do meu "vício" em desenhar, chegando num ponto de conseguir desenhar automaticamente. Como o desenho sempre foi o mais importante para mim, seria difícil me adequar a materiais que não estava mais habituada. A caneta esferográfica, era a que mais se ajustou à velocidade que eu desenho e o papel foi o maior que pude encontrar, além da sua gramatura ser resistente para exposição", afirma Janaísa. A visão de cada observador diante do trabalho vai depender da distância e do posicionamento dele. O trabalho, segundo a artista, pode ser tanto abstrato quanto figurativo – oscilando entre um e outro – dependendo de quando estivermos privilegiando a figura e quando estivermos focalizando o todo. 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 "Montinhos de Gente II" - 2003. Desenho 150 X 200 cm, foi realizado em 42 horas. 

 
Exposição Processos Escultóricos I

Turma 2005/02 - Intensivo

De 21 a 29/03/06

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Juliana Schenckel - Corpografia
Período: 02/03/2006 a 16/03/2006

As obras foram montadas a partir de colagem de lãs sobre tecido, onde as linhas podem ser encaixadas como peças de um mosaico flexível – a imagem de anatomia, de cores vibrantes e contrastantes, brinca com as formas conferindo um aspecto surreal às fibras musculares, nervuras, veias e outros elementos constituintes do corpo humano.


A "técnica" empregada na construção do trabalho foi elaborada a partir de uma série de experimentações utilizando como suporte o tricô, o bordado e a tapeçaria: práticas manuais, artesanais, extraídas de uma tradição doméstica feminina, das quais muitos artistas serviram-se, especialmente ao abordar temas relativos a estes contextos. Apesar de não fazer uso literal de nenhuma dessas técnicas, incorpora-se muitos elementos comuns a elas, através das lãs, do tecido e do processo.


Ao contrário de como está convencionado, a linha deixou de ser contorno para preencher todos os espaços da figura. Deixou de ser divisória para multiplicar-se dentro da imagem e transformar-se em superfície.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Mãos.
  
Oficina de Criação Escultórica
Período: 17/12/2005 a 06/02/2006

"Exercícios de tridimensionalidade. Essa foi a proposta da Oficina de Criação Escultórica, que iniciou, no segundo semestre de 2005, suas atividades. Solicitação constante de acadêmicos dos Cursos de Artes e da comunidade em geral, tornando-se um laboratório para produção e discussão do conceito de escultura, espaço e participação do espectador na arte contemporânea. A experiência de alguns, que têm uma trajetória percorrida, aliando-se a curiosidade daqueles que pouco vivenciaram a tridimensionalidade, na pesquisa de diferentes materiais e procedimentos resultam nesta mostra. Estabeleceram-se, assim, projetos de acordo com o que cada aluno buscava desenvolver e conhecer na área do tridimensional. Talvez a melhor palavra para descrever este grupo de artistas é "curiosidade". Curiosidade em experimentar livremente argilas, vidro, pedras, madeira e ferro, originando as esculturas e experimentos reunidos nesta exposição, que finaliza a intensa agenda de eventos do Espaço Arte Um neste ano".  

Profª. Ms Alexandra Eckert 

 

  































 

Agenda

  • 24/09 - A Princesa Engasgada
  • 29/10 - A Bela Adormecida

Bilheteria

  • Campus I Av. Dr. Maurício Cardoso, 510 Bairro Hamburgo Velho Novo Hamburgo • RS CEP 93510-250
  • Campus II ERS-239, 2755 Novo Hamburgo • RS CEP 93352-000 (51) 3586-8800
Campus I Av. Dr. Maurício Cardoso, 510 • 93510-250 • Hamburgo Velho • Novo Hamburgo • RS          Brasil • 55 51 3586-8800 • Como chegar
Campus II RS-239, 2755 • 93352-000 • Novo Hamburgo • RS • Brasil • Como chegar
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