Apontamentos Fotográficos em Processos de Criação II
Período de exposição: De 12 a 30 de novembro de 2007
Encontro com os artistas e curadora: 19 de novembro, às 20h45min

III Visor - Mostra de Videoarte
Participantes:
1 - Anelise Witt – SELF TV
2 - Carmen Salazar – ÁGUAS DE PENSAMENTOS
3 - Ceiça Alles - PERFORMANCE VERA JUNQUEIRA
4 - Claudine Sabadine Ferreira – COMO UM VERÃO (BANDA GATOAJATO)
5 - Clóvis Martins Costa e Lizângela Torres – LOMBAGRANDENSES
6 – Coletivo (Bibiana Laís Carvalho, Eduardo Rick Martins e Gregório Bandeira Cemin) – VOLUME I
7 - Daniel Caminha – PORTA DE SAÍDA: Templo pagão do homem desesperançado
8 - Dircilene Verdum – A MORTE DE CADA DIA
9 - Cristina Becker e Dulce Unterleider – PRETO NO BRANCO
10 - Luana Zimmermann e Mariana Amaral – DES-CONSTRUÇÃO DA IMAGEM
11 - Glaucis de Morais – SEM SAÍDA
12 – Juliana Feyh – TEMPULSAR
13 - Kátia Melicia Algaier - PASSEIO
14 - Rosa Maria Balnca – VÍDEO-DESENHO
15 - Teresinha Marice Venzo - CIRANDA
16 - Vera Lúcia Borges - ONDULAÇÕES
17 – Coletivo Faço Arte Vendo Arte (Yara Baungarten, Igor Sperotto, Fernanda Ramos, Renata Stoduto, Ida Helena Thön, Tainara Becker, Andréa Bongiorni, Carolina Rochefort, Luciana Giacomelli, Sabrina Fonseca, Wagner Maffra, Cristiane Mattos) – FAÇO ARTE VENDO ARTE
Exposição dos selecionados no X Salão de Artes Visuais
Período: 10/09/07 a 05/11/07


O concurso contou com duas modalidades de inscrição: (Modalidade I – Exposição na Pinacoteca e Modalidade II - Projetos Extragaleria). A visitação ocorre de segunda a sábado, das 08h30min às 22h15min. Mais informações pelo telefone (51) 3584 7148 ou pelo e-mail pinacoteca@feevale.br. Confira abaixo os premiados desta edição:
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Premiados X Salão de Artes Visuais
Modalidade I: Modalidade II:
1º Lugar: Diego Meneses Dourado 1º Lugar: Bibiana Laís Carvalho
2º Lugar: Ceiça Alles 2º Lugar: Mariana Kruse
3º Lugar: Júlia Maria Koch 3º Lugar: Rafael Luis Jung
Menção Honrosa: Scheila Priscila Lauck
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Exposição das Alunas Premiadas no IX Salão de Artes Visuais
Período: De 06 a 30/08/07
O conjunto de trabalhos apresentado pelas alunas premiadas no IX Salão de Artes Visuais da Feevale evidencia três possibilidades distintas de elaboração da imagem. Podemos observar que a única operação que permeia as produções é a captura fotográfica. As construções plásticas resultantes disparam, em sentidos diversos, vetores para a apreensão do ato fotográfico numa instância primária, ontológica, inaugural.
Se pensarmos a paisagem como um amplo espectro de experiências na superfície do mundo, na pele das coisas, podemos nos aproximar dos objetos construídos por Elisa Moraes (obra ao lado) e indagarmos sua natureza, sua opacidade, seu volume condensado dentro da galeria. Módulos de transição funcionam como dispositivos objetuais que redimensionam uma fração de tempo e espaço localizados em um ponto definido por coordenadas específicas.
O corolário de expressões com o qual Luana Zimmermann (olho ao lado) passeia pelo gênero "auto-retrato" advém da experiência viável apenas na intimidade com a câmera fotográfica. O equipamento torna-se cúmplice na compilação de um repertório que beira a comédia. Entendo, neste momento, a fotografia como distensão da sua imagem/personagem arremessada para o outro. Evadir-se de si para atingir um grau de alteridade através da performance registrada, pode ser uma estratégia para o seu reconhecimento pelo olhar de fora.
Nas colagens e costuras de Maria Caroline Lauck, observamos que a fotografia aparece como elemento material a ser manipulado, rasgado, cindido, soterrado, costurado. As imagens de seus parentes assumem materialidades diversas, contíguas a forma como se relacionam com que as construiu, assimilando-as com o tempo de convivência. Um forte apelo ao campo de conflitos e enlaces de seu universo afetivo.
Na intersecção destas formas tão (aparentemente) distantes de produção surgem conversas, aproximações e diálogos, que nos levam a pensar pontos de convergência e distanciamentos. Enuncia-se aqui um provável comentário sobre o convívio no local de exposição, de poéticas em pleno surgimento, sem carecerem, entretanto, de uma dose suficiente de maturidade que só o exercício de uma exposição pode revelar.
Clóvis Martins Costa
Coordenador da Pinacoteca da Feevale
Exposição "RESÍDUOS"
Artista Romy Pocztaruk
Período: De 21/06 a 21/07/07

Como potencializar a desorientação?
"Arquivo particular de imagens. Acúmulo. Transbordamento. Fragmentos. Fragmentação. Deslocamentos. Re-composições. Romy Pocztaruk observa as ruas e tem seu olhar invadido e fisgado pelos anúncios e cartazes publicitários. Não desvia os olhos, se aproxima e mergulha. Em meio ao excesso, é na sobreposição de imagens deterioradas que ela se detém.
Explorar as paisagens dos resíduos da sociedade de consumo. Romy as altera e lhes dá outra visibilidade. Os fragmentos de imagens são fotografados e transformados em estilhaços – ferem o olhar provocando nossa atenção. Os anúncios rasgados e quase ilegíveis são a antítese de sua própria natureza – são contra-informação. É esta impossibilidade que atrai, pois ela frustra a intencionalidade daquele meio. Outras saídas são propostas – horizontes distintos se delineiam. O sentido original está obstruído.
Os vídeos – também construídos a partir da apropriação e novo arranjo de imagens televisivas e da internet – têm no ritmo da edição e no som dois recursos a mais para provocar a percepção do absurdo das mensagens com as quais somos bombardeados.
Para Suely Rolnik, a especificidade da arte é "a invenção de possíveis". Mas o que a artista nos apresenta na exposição Resíduos é um outro passo: a concreção de impossíveis. Assim, nos faz perder o prumo e buscar outro ponto de apoio. Nossa resposta foge do programado, do lugar-comum reconhecível. Nos recompomos rapidamente colando mal os pedaços, há um des-arranjo – sintoma – e acontece uma nova combinação em nossa subjetividade. Restamos outros".
Claudia Paim - artista plástica

Exposição "Como um Ritual" - Desenhos de Belony Ferreira
Período: 16/05 a 14/06/07
Belony Ferreira nasceu em Santo Antônio da Patrulha em 1935. Desde 1957 reside e trabalha em Porto Alegre. No final da década de 80 começou a dedicar-se à área da arte.




"Imersões Noturnas"
Artista: Ricardo Mello
Período: 04/04/07 a 10/05/07

Imagens estáticas de janelas à noite são projetadas em uma sala escura. Paralelo a isto há a emissão sonora de uma base contínua monótona, sobre a qual se dão outras diversas interferências sonoras interativas (tais como sons de TV, rádio e telefone). A emissão dos sons acontece de modo interativo, pelo movimento do observador quando este cruza os feixes luminosos da instalação (sete sensores ligados ao computador que formam, cada um, um feixe de luz laser), interrompendo o fluxo contínuo da luz com o seu corpo, alterando assim a música-base monótona em dois sensores e acessando os sons aleatórios midiáticos (conversas telefônicas / rádio / televisão) por outros cinco sensores.
Em uma sala fechada são projetadas imagens estáticas de janelas, com um aparelho de projetor de slides. O som é emitido e controlado por um computador comum (que fica oculto aos visitantes), através de um software especialmente programado para este intento. O software responde com a emissão de sons aleatórios cada vez que uma das teclas do teclado do computador é acionada.
O teclado, por sua vez, está conectado a sensores eletrônicos construídos para tal. Esses sensores são óticos, e estão "abertos" por feixes lasers que incidem sobre os mesmos. Quando as pessoas entram na sala e cruzam os lasers com seus corpos, "fecham" os sensores e ativam assim as teclas do teclado do computador, que emite sons aleatórios.
Ricardo Mello atualmente cursa mestrado em Poéticas Visuais na UFRGS.
Exposição "Como um Ritual" - Desenhos de Belony Ferreira
Período: 16/05 a 14/06/07
Belony Ferreira nasceu em Santo Antônio da Patrulha em 1935. Desde 1957 reside e trabalha em Porto Alegre. No final da década de 80 começou a dedicar-se à área da arte.




"Imersões Noturnas"
Artista: Ricardo Mello
Período: 04/04/07 a 10/05/07
Encontro com artista: 04/04/07, às 21h, no Salão de Atos do Campus I

Imagens estáticas de janelas à noite são projetadas em uma sala escura. Paralelo a isto há a emissão sonora de uma base contínua monótona, sobre a qual se dão outras diversas interferências sonoras interativas (tais como sons de TV, rádio e telefone). A emissão dos sons acontece de modo interativo, pelo movimento do observador quando este cruza os feixes luminosos da instalação (sete sensores ligados ao computador que formam, cada um, um feixe de luz laser), interrompendo o fluxo contínuo da luz com o seu corpo, alterando assim a música-base monótona em dois sensores e acessando os sons aleatórios midiáticos (conversas telefônicas / rádio / televisão) por outros cinco sensores.
Em uma sala fechada são projetadas imagens estáticas de janelas, com um aparelho de projetor de slides. O som é emitido e controlado por um computador comum (que fica oculto aos visitantes), através de um software especialmente programado para este intento. O software responde com a emissão de sons aleatórios cada vez que uma das teclas do teclado do computador é acionada.
O teclado, por sua vez, está conectado a sensores eletrônicos construídos para tal. Esses sensores são óticos, e estão "abertos" por feixes lasers que incidem sobre os mesmos. Quando as pessoas entram na sala e cruzam os lasers com seus corpos, "fecham" os sensores e ativam assim as teclas do teclado do computador, que emite sons aleatórios.
Ricardo Mello atualmente cursa mestrado em Poéticas Visuais na UFRGS.
Exposição dos Formandos em Artes Visuais/2006


Expediente Externo (visitação): De segunda a sexta-feira, das 8h30min às 22h. Aos sábados, das 8h30min às 17h
Expediente Interno (atendimento): De segunda a sexta-feira das 13h às 19h30min.
A exposição acontece em duas etapas:
1ª Etapa - De 26/12/06 a 3/3/07
Encontro com os artistas: 3/3/07, às 10h
Artistas:
Ana Maria Dornelles
Elisangela da Cunha
Jussara T. Marka
Maria Alice Lehnen do Couto
Maria Elaine Barros Avila
Roseli Maria Flores
1ª Etapa

Maria Elaine Barros Ávila - Flutuações do Olhar III
acrílica, grafite e pastel óleo s/ tela
140 x 280cm
2006

Roseli Maria Flores - Desenhos Contados
Grafite s/ papel
30 x 21cm
2006
Elisangela da Cunha - Monotipos por sobreposição
Impressões serigráficas em azul
Serigrafia
86 x 98cm
2006

Jussara T. Marka - Menina no quarto com clarabóia
Óleo s/ tela
150 x 120cm
2006

Maria Alice Lehnen do Couto - Objeto de Adoração II
Instalação
dimensões variadas
2006

Ana Maria Dornelles - S/ Título
Óleo s/ tela
150 x 100
2006
2ª Etapa - De 08/03/07 a 24/3/07
Encontro com os artistas: 8/3/07, às 21h
Artistas:
Bárbara Zannotti
Dircilene Verdum
Maria Celoni Ludvig Diehl
Suzana Berwanger


Obra de Suzana Berwanger

Obra de Bárbara Zannotti
Obra de Dircilene Verdum

Obra de Maria Celoni Ludvig Diehl