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Mostras realizadas em 2015

Acúmulos - Isabel Sommer

De 03 a 29 de agosto

Mostras realizadas em 2014

Transcurso 45

De 18 de outubro a 01 de dezembro

Véu de Verônica - Maristela Wink

De 11 de abril a 6 de maio

Exposição - Formandos Artes Visuais 2013

De 19 de março a 5 de abril

Mostras realizadas em 2013

Exposição Eclipse

De 26 de outubro a 20 de novembro

Exposição Eclipse

Martes - Uma exposição de Marciano Schmitz

De 24 de setembro a 17 de outubro

Martes - Uma exposição de Marciano Schmitz

Estéticas Contemporâneas em Poéticas Visuais

De 10 de maio a 08 de junho

Exposição Estéticas Contemporâneas em Poéticas Visuais

Exposição Giro na Arte

De 26 de abril a 25 de maio

Exposição Giro na Arte

Exposição Sketchbooks

De 03 de abril a 03 de maio

Exposição Sketchbooks


Exposição (RE)INTERPRETAÇÕES

De 22 de março a 21 de abril

Exposição (RE)INTERPRETAÇÕES


Exposição Processos artísticos - argumentos provisórios

De 06 a 30 de março

Exposição Processos artísticos - argumentos provisórios

Mostras Realizadas em 2011

Esculturas

Mauro Fuke

03 de outubro a 01 de novembro de 2011 

Com o objetivo de compartilhar o processo de criação de Mauro Fuke com os acadêmicos do curso de Artes Visuais, a Pinacoteca da Universidade Feevale, propôs em 2010 o Projeto Exposição Mauro Fuke Pinacoteca Feevale: 2010-2011. Iniciamos as ações do projeto através de uma palestra do artista em maio de 2010. No primeiro semestre de 2011, o escultor recebeu um grupo de alunos e professores da Feevale em seu atelier, compartilhando in loco seus procedimentos de trabalho, materiais, estudos para as esculturas e, sobretudo, abrindo seu espaço de trabalho para a interlocução e aproximação com o seu universo de criação. Conferimos agora a materialização deste projeto através da mostra Esculturas. 

Lugares - Coletivo "Terça ou Quarta"

Felipe Góes, Fernanda Izar e Jeff Chies

06 a 28 de setembro de 2011

O coletivo ‘Terça ou Quarta’ formado pelos artistas Felipe Góes, Fernanda Izar e Jeff Chies, tem como procedimento criativo manter uma produção individual e uma intensa discussão coletiva sobre os caminhos que o trabalho de cada um vem trilhando. Cada passo, cada mudança de abordagem, de técnica é mostrada e esmiuçada em seus encontros sistemáticos nos seus ateliers. Acreditam que colocar em questão sua produção, suas abordagens teóricas e práticas sobre a pintura é um componente fundamental de suas trajetórias.

Olhar e entender a pintura como uma escolha, como linguagem aberta e contemporânea é o ponto de contato mais significativo entre eles. Se, da pintura como linguagem podem extrair respostas, ou melhor, levantar questões pertinentes aos seus olhares para o mundo, é o que os move como artistas. 

Felipe nos diz que a aparência das pinturas, em sua maioria paisagens ou uma sugestão ambígua de lugares, dispõe da abertura necessária para a materialização dos trabalhos sob termos ligados ao fazer (escolha das cores, aplicação e gestualidade das pinceladas, arrependimentos, sobreposição de camadas e re-pintura da superfície), pois a paisagem, em sua infinidade de possibilidades, aceita proposições pictóricas das mais implausíveis e abstratas.

Nas pinturas de Fernanda estão representados lugares povoados de objetos, móveis, casas, entre outros. No entanto, esses elementos se afastam de sua simples e rápida descrição. A maior graça aqui é a descoberta da forma do que pode ser um móvel, um muro ou uma rua pela obediência a um ritmo interior de sensibilidade, sem ser refém da idéia de representação. Ela não deseja imitar, descrever ou criar uma narrativa a partir dos objetos. Tampouco uma representação abstrata é seu objetivo. O que interessa é transmitir para a tela esses elementos, deformando-os segundo as exigências de composição, de cores e do sentimento.

Jeff nos fala do abismo da abstração feito por um gesto construtor. É a volúpia da tinta, o que é físico na pintura, no gesto, na matéria. A obra existe porque o corpo existe, os movimentos do corpo estão impressos e são a genealogia da pintura. Quer que os gestos sejam imprecisos até deixarem de ser premeditados e que daí venha uma verdade física, uma estrutura pictórica corpórea e inconsciente, no sentido de primeira. Mínima e universal. Um gesto ainda não decodificado, sem nomenclatura. As pinceladas se empilham, subvertem umas às outras, como o entrecruzar de pensamentos, são fortes ou fracas, tortuosas e retas, surgem subterraneamente ou se projetam acima das outras.

Ao olharmos para o conjunto vemos pinturas que não tem interesse na afirmação. São poéticas abertas para o acaso das coisas, das narrativas e das representações. Para Felipe são lugares e figuras fragilizados e carcomidos pelas bordas da tinta, que desaparecem ou mudam de posição, como se algo de inviável existisse em sua presença na tela. Fernanda também lida com o limite dos objetos representados de modo que se confundam pelo cruzamento de cores e pinceladas diferentes e que esse atravessamento de pinceladas, aliada à sua rapidez e gesto propiciem uma vibração nas fronteiras entre os elementos da composição. Interessam a confusão, a junção, e a mistura entre os elementos de um espaço. Assim é também na pintura de Jeff que vê o paradigma abstrato como uma maneira de permanecer antes da superfície das coisas, antes que as coisas apareçam como forma, antes do gesto ser responsável pela narrativa, no embate de pulsões e pensamentos, entre a total entrega e a ordem possível, é neste lugar anterior a forma que fica a sua pintura, sua linguagem. 

Experiências Atravessadas

Formandos de Artes Visuais 2010 premiados no 13º Salão de Artes Visuais: Adriana Cappelatti, Amanda Borges, Cristina Morassuttii, Danieli Ganassini, Heloiza Marques, João Carlos Ferreira e Marina Conte.

04 a 31 de agosto de 2011

Atravessador

Olhamos agora para experiências atravessadas.

Através da justaposição de dispositivos visuais, através do convívio de divergências. Através de dobras, estiramentos da experiência de estar lado a lado, verso a verso, frente a frente. Experiências inferem ao vazio do atelier/espaço expositivo, lapsos de memória, fraturas no decurso linear de um projeto, de um lugar. Atravessa-se amontoando, deslocando, pisando no chão, estacionando. Pode-se atravessar por meio opaco, transparente: por uma tarja amarela na porta de vidro. Interrompendo, se atravessa*. Trabalhos irrompem do e para o espaço atual e anterior. Fantasmagorias, pulsões da linha, retratos auto retirados (tira-se um retrato: de onde?).

O sujeito se atravessa.

Compactações da matéria, dilatações do céu, da cor, da noite na cidade. Tudo se atravessa: o tempo, a imagem, a forma de apresentação, este texto e suas leituras.

Inscrições atravessam superfícies, arranham paredes, marcam o piso, revelam o ainda não.
Isto posto, aqui.

Texto atravessado por Clóvis Martins Costa - Coordenador da Pinacoteca da Feevale / julho de 2011

* Geralmente em aberturas de exposições é possível perceber alguém (ou perceber-se) atravessando-se nas conversas alheias.

Próximo Plano

Eduardo Haesbaert

Próximo Plano - roteiro de uma ação no espaço

1. Interna. Ateliê. Noite

Em frente e à direita, paredes brancas com marcas residuais de trabalhos anteriores. O chão está coberto com papel pardo.

Eduardo entra carregando uma tela de linho branco. Prende a tela direto na parede da frente com pregos. Delimita um quadrado de 157 x 157 cm com fita crepe.
Sobre a tela branca, o título: Próximo Plano

Som Direto

Batidas de martelo. 
Fita crepe descolando do rolo.

Numa mesa lateral, à esquerda, tintas e materiais de trabalho. Eduardo prepara o material. Vai até a tela. Desenha linhas no plano com a fita crepe. Começa a entintar o quadro demarcado com o preto da tinta óleo e do pastel seco.

2. Interna. Quadro Da Parede Da Frente Do Ateliê. Noite

Quadro 1: cena silenciosa construída pela ação do artista no espaço arquitetônico criado em preto e branco.

Paredes, cantos, escadas e estacas no chão de um espaço inventado. Construções de uma dúvida, de um mistério a ser habitado.

Som Direto

Som ambiente do ateliê.

3. Interna. Quadro Da Parede Da Direita Do Ateliê. Noite

A mesma ação do artista na criação de outro quadro, o Quadro 2, com mesmo formato e técnica, na parede da direita do ateliê. 

Som Direto

Batidas de martelo. 
Fita crepe descolando do rolo. 

4. Interna. Pinacoteca Da Feevale. Noite

Com as telas esticadas nos bastidores, os quadros, 1 e 2, foram fixados lado a lado formando um Díptico.

O espelhamento dos elementos, das linhas, do preto e do branco das imagens criadas antes em dois quadrados agora nos revelam um novo espaço, uma nova arquitetura da ação do artista com a luz que vem do preto e com o branco lodoso como base de uma "casa inundada"¹, agora em janela panorâmica de 314 x 157 cm.

Som Direto

Som ambiente da abertura da exposição Próximo Plano na Pinacoteca da Feevale. 

Sobre a tela preta, os créditos finais: 
Roteiro Marta Biavaschi 
Artista Eduardo Haesbaert
Exposição Próximo Plano
Pinacoteca Feevale, 2011

1. Título da obra de Eduardo Haesbaert inspirado em conto homônimo de Felisberto Hernández publicado em "O Cavalo Perdido e Outras Histórias". Editora Cosac Naify,2006.

Utopia Faber

Alexandra Eckert, Clóvis Martins Costa, Denise Helfenstein, Flávio Gonçalves, Lurdi Blauth, Rosa Maria Blanca e Richard John.

10 de abril a 20 de maio de 2011
 

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